- Feira de conhecimento.

     - Bom, na sua escola pode se chamar diferente.  Feira de ciencias ou até outro nome qualquer.  Mas chegou o tempo das temiidas e esperadas feiras de conhecimento.

       Geralmente, os professores quem escolhem o tema, maas quando os alunos escolhem, o resultado é sempre algo mais alternativo. (como na minha).  Essa foto acima, é a foto da minha maquete. Nós falamos de cultura musical.

 

     O grande problema:

     Sempre o que mais preocupa os organizadores de uma feira, (sendo ou não alunos) são as pessoas, porque geralmente, a maioria dos alunos não ajuda a preparar nada e alguns mal apresentam no dia.   E no final, depois de tudo acabado, alguns nem dão o dinheiro combinado pra todos darem, e os organizadores tem que tirar do seu proprio bolso pra pagar.

    Então o que fazer?  - Bom, na minha, foi exatamente assim, então por já ter tido a experiência, foi tentar dar algumas dicas pra vocês.

   1 - O que importa, não é a quantidade de pessoas no grupo, e sim a qualidade.  Não adianta nada seu grupo ter 20 pessoas e só 3 trabalharem ok ?

  2 - Procure dizer a quantia que cada um dará com um mes de antecedênciaa para os engraçadinhos não darem nenhum tipo de desculpa para não pagar.

  3 -  Não compre nada pra pagar depois. Pague tudo a vista pra não sobrar pra você depois,

   4 -  Sabe quando você e sua amiga vão comprar as coisas pra feira, e estão morrendo de vontade de tomar aquele sorvete, e acham uma injustiça só vocês estarem andando? JNão gaste o dinheiro da feira! mesmo achando que irá repor depois. pode dar alguma coisa errada e vocês ficarem sem as coisas.

  5 -  Dê um cargo pra cada um do grupo, caso eles não cumpram com seus deveres, tirem todos. Ninguém pode ficar se escorando em ninguém

  6 - No dia da feira, faça um relatório de quem realmente participou e entregue pra todos os professores, pra que os parasitas não recebam nota, tá?

 

 

   Galeera, espero que tenha ajudado, e boa feeira pra voocês!

quarta 30 julho 2014 15:17


Escutem a Borg Fm galera !

quarta 27 janeiro 2010 20:34


De vez.



 

Cá estamos nós outra vez, como diz o Palma.


É assim que acontece, certo? Acordamos um dia, mas as coisas correm bem, para variar. Aparecem-nos os mesmos sorrisos de criança, mas desta feita, numa versão qualquer de recompensa. Somos dignos de imaginar o infinito muito mais perto do que alguma vez vimos ou sonhámos, abrem-se portas como as antigas palavras secas e desinteressadas, (as da praxe, paciência que já não precisamos fingir ter).


No meu dia mais feliz, eu confesso, toquei o impensável, o corpo de fora, qualquer coisa de dentro, sem palavra legítima. Chorei de alegria, para variar. Jurei nunca mais ficar triste com a triste felicidade dos outros. Desistir da justiça e pecar, se tal for preciso para ser feliz. Dar tudo, mesmo que seja pouco. Mas hoje é um dia mais completo:

terça 29 dezembro 2009 17:57


Antógrafo em minha alma.


Sofrer por estares a sofrer, e sem ninguém a ver,
Mira esse teu espelho, para que saibas quem és. Por fora,
Porque por dentro não te descobres,
Tens medo de trocar as voltas aos teus objectivos
De perderes a noção de que és prefeita. Mas não,
Até porque não há razões para mascarar esse sorriso,
És apenas humana. Chora esse teu olhar.
Ventila esse teu espírito, estala os dedos e parte para lá,
Para cima da linha do meu ombro.
Fazes-me gritar-te para que te pares de esconder,
Só, sozinha, abandonada com o pó dessas memórias
E grito-te para que voltes a montar esse puzzle,
As peças da tua vida; grito-te para que acordes.
Desde aquele momento em que te vi,
Eu comecei a lamber as tuas feridas,
Limpei-te esse olhar de ira, comecei a tocar o teu ser
Por isso deita-te aqui ao meu lado,
Sonha essa vida que sempre quiseste
A paixão de outrora, artigos de uma loja asiática,
Ficheiros no fundo do teu armário.
Algo tem que mudar,
Tu tens que mudar.
Não deixes o teu chá ficar frio, para não te arrefecer
Mais ainda do que tu já estás,
Pequeno esse teu cobertor de olhares, para ti.
Põe a tua imagem na minha cabeça de novo,
Porque contigo eu deixei a minha marca, a minha cara,
A minha pegada, a minha força, o meu desejo,
Contigo eu deixei-me a mim.
Dás-me e tua pessoa?

Eduardo Coreixo

terça 29 dezembro 2009 17:56


- Voltei por metade.

Voltei para dizer ao mundo que voltei,
Voltei para dizer que estou descrente,
Para mostrar que voltei sem vontade de voltar,
Expressar o sentimento de revolta, na minha volta ao meu lugar.

A revolta de uma volta,
A troca de uns trocos destrocados por um sorriso mudo,
Não estou preparado para encontrar um mudo capado,
Um mundo sem quê nem porquê; um paradoxo digno de Star Wars.

Posso manter a minha vontade motivada,
Porque voltar sem motivação, é corte numa vontade de revolta;
Hoje choro por esse lugar de tristeza imunda
De um sorriso chorado ao largo do Tejo.

Meio mundo, num meio copo de leite,
Meia metade de uma meia que engole este mundo,
Meia vontade cortada de um meio peito de mundo
Meia palavra que é escrita, nesta metade de texto.

terça 29 dezembro 2009 17:54


|

Abrir a barra
Fechar a barra

Precisa estar conectado para enviar uma mensagem para mundodaspatricinhas

Precisa estar conectado para adicionar mundodaspatricinhas para os seus amigos

 
Criar um blog